Março está especial, vem conferir

Vanuza Kaimbé é natural da Terra Indígena Massacará, no município de Euclides da Cunha, localizado no sertão baiano, entre o rio Itapicuru e a nascente Vaza Barris. Hoje, aos 52 anos, ela vive com seu filho Felipe, de 26, na Aldeia Filhos dessa Terra, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo.

Live de 2 de março no facebook da Agência de Notícias SIGNIS

É assistente social formada pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP) por meio do Projeto Pindorama, uma iniciativa da Pastoral Indigenista que luta pela inclusão dos povos indígenas na sociedade.

Conversar com uma mulher indígena, uma liderança de seu povo, é ter contato com uma história de resistência e de bem-viver. E você poderá constatar isso no bate-papo que tivemos com Vanuza no dia 2 de março, no Facebook da Agência de Notícias SIGNIS, a primeira da série de lives que estou realizando com a colega Cléo Nascimento toda quarta-feira deste mês, março, às 20h.

Em nosso primeiro encontro, a assistente social desmistificou alguns dos preconceitos e ignorâncias muito presentes na sociedade brasileira no que diz respeito aos povos indígenas e revelou como se organizam para manter e resguardar a saúde, a diversidade cultural dos povos e sua própria existência.

Como dito, ela é uma kaimbé, de um povo que no século 17 foi explorado como mão de obra semiescrava por um longo período, e é ali da Aldeia Filhos dessa Terra, ao lado de parentes de oitos povos indígenas, que Vanuza usa sua voz para impedir que mais exploração e o apagamento de suas culturas e memórias sejam efetivadas.

Confira aqui como foi: https://www.facebook.com/agenciasignis/videos/640739130541546 

E hoje, daqui a pouco, estaremos com a promotora Maria do Amparo Sousa Paz, promotora de Justiça e Coordenadora do Núcleo das Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (NUPEVI) do Ministério Público do Piauí.

Eu já a entrevistei anteriormente, quando escrevi uma de minhas reportagens sobre violência doméstica. Depois, registrei nossa conversa no meu livro Mulheres Extraordinárias e para a minha alegria e privilégio de todos e todas nós, hoje ela estará conosco.

Venha, participe. É daqui a pouco, às 20h.

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